12 de abril de 2017

Autopreservação


Não estou, no momento, disposta a abraçar espinhos.

Daqui por diante padeço de uma necessária fonte de autopreservação.

Troquei as rosas pelas margaridas.

Duram mais, significam alegria e não têm espinhos.

Já investi muitíssimo.

Agora, decidi que não quero educar adultos.

Para mim só relações igualitárias de troca e afetividade mútua.

Cláudia Dornelles

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