7 de dezembro de 2016

Isabela Freitas...Ser cúmplice não é se anular ou se tornar capacho de outra pessoa.


Ser cúmplice é dizer tudo com um olhar brincalhão e saber que o outro vai entender.

É dar aquele aperto na mão da pessoa enquanto vocês dois sorriem e conversam em silêncio por telepatia.

Ser cúmplice não é se anular ou se tornar capacho de outra pessoa.

É estar ali para alguém que você tem plena certeza que estará ali para você também.

É se jogar num abismo escuro sem medo, sabendo que lá embaixo alguém meio destrambelhado vai tentar segurar você.

Isabela Freitas

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